Arquivo de outubro, 2009

Por que eu fotografo? Henry Macário

Posted in Por que eu fotografo? on 29/10/2009 by afotobrasilia

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Por que eu fotografo? Hélio Rocha

Posted in Por que eu fotografo? on 29/10/2009 by afotobrasilia

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Por que eu fotografo? Gisele Porcaro

Posted in Por que eu fotografo? on 29/10/2009 by afotobrasilia

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Fotografia Brasileira na Cidade Luz

Posted in Associados, Geral on 27/10/2009 by afotobrasilia

11 PHOTOGRAPHES BRÉSILENS CONVITE

A tradição na fotografia brasileira é conhecida em todo o mundo. Num país de tamanha diversidade étnica, que na verdade contém muitos países em seu território continental, seria impossível que a influência desta arte não tivesse exercido o sopro da inspiração a partir de ícones universais como Henri Cartier-Bresson, ou Pierre Verger, citando este francês que, aportando em Salvador em 1949, encantou-se pela terra na qual radicou-se para viver até os seus últimos dias. Esta tradição, na verdade, remonta a um tempo em que a fotografia não existia, na gênese da pintura de Rugendas e de Debret, aqui enviados de Portugal em missões além-mar ao Brasil Colônia, por que não supor esta relação na análise resumida da história da fotografia no Brasil? São marcas indeléveis da cultura do registro de imagens de nossa terra, retratadas em desenhos e pinturas que depois se transferiram para a fotografia propriamente dita. Atualmente é larga a experiência e a pesquisa desta arte maior disseminada pelo território brasileiro, fundando escolas, conceitos e estilos, reverberando para o mundo uma visão já nem tão autóctone. Esta exposição tem por objetivo trazer a Paris alguns dos expressivos talentos da fotografia brasileira, como Orlando Azevedo, Rogério Medeiros e Vilma Slomp, integrantes da Coleção Pirelli/MASP, notadamente a mais importante do país. Outros essencialmente conhecidos por sua trajetória na área publicitária, como Kazuo Okubo, Cláudio Meneghetti e Mônica Rebello. Em outras modalidades da mesma arte apresentam-se Jose Abujamra, que exerceu nos anos sessenta o papel de repórter fotográfico na Europa, onde viveu parte de uma juventude inquieta e protagonista dos eventos de contestação que culminaram na Paris do Maio de 1968, Tonico Alvares, voltado em especial aos registros jornalísticos e de cunho político-social, Gilberto Perin, fotógrafo-viajante de olhar curioso, Gariba e Eduardo Álvares, pertinazes pesquisadores da mesma arte. A exposição ocorre num local histórico, mágico por sua memória, a casa que François Mansart, arquiteto de Luis XIII, criador das conhecidas mansardas que lhe tomam emprestado o nome, projetou e construiu para nela viver até sua morte, e que depois foi ocupada por Clotilde de Vaux, a musa inspiradora de Augusto Comte, o pai do Positivismo. O prédio, de 1642, é hoje monumento histórico nacional da França. A exposição acontece também como uma contrapartida aos eventos do Ano da França no Brasil, em pleno Mês da Fotografia em Paris.  

Paulo C. Amaral

Artista plástico e curador da exposição

10 a 29 de novembro

Maison Clotilde de Vaux
5 Rua Payenne 75003, Paris, França

Honestidade refletida

Posted in Inspiradores, Para Refletir on 22/10/2009 by afotobrasilia

“Cada vez que me deixo fotografar, sou tocado por uma sensação de inautenticidade, de impostura. Imaginariamente, a fotografia representa esse momento sutil em que um sujeito se sente tornar-se objeto. Vivo então uma microexperiência da morte.” Instigados pelo pensamento do filósofo francês Roland Barthes, a Revista Trip convidou  Bob Wolfenson, Márcio Scavone, Vânia Toledo e J.R. Duran para escolherem uma imagem que reflita a personalidade do retratado com maior honestidade.

Kátia Lessa

trip-182-retratos-honestos-3Minha filha por Bob Wolfenson

Há 10 anos, em um momento caseiro, e de sofrimento, o fotógrafo Bob Wolfenson clicou sua filha sendo acariciada pela mãe. “Acho a questão da honestidade na fotografia polêmica e discutível. Sou daqueles que acham a honestidade, no sentido de uma revelação da essência de alguém, algo impossível para uma fotografia.”

trip-182-retratos-honestos-4Paulo César Pereio por Márcio Scavone

Em 2002 o fotógrafo Márcio Scavone clicou o ator Paulo César Pereio para seu livro Luz invisível. “Não me perguntem se os retratos são as pessoas ou se as pessoas são os retratos. Acho mesmo que é nessa dúvida que a honestidade em fotografia encontra a única chance de existir. Ela faz transparecer a ‘luz invisível’ do retratado. Acho esta foto do Pereio muito feliz em mostrar com honestidade o homem e o ator com a fragilidade humana exposta e exagerada pela imagem do Super-Homem na parede ao lado.”

trip-182-retratos-honestos-2Regina Casé por Vânia Toledo

Durante a elaboração de seu livro Personagens femininos, em 1990, Vânia Toledo convidou Regina Casé para encarnar uma personagem. A foto recebeu o título de “Nordestina radical”, papel parecido com o que Regina encarnaria em Eu, tu, eles, dez anos depois. “Acho este um dos retratos mais honestos que eu já fiz. É honesto em dois âmbitos, pessoal e simbólico. Regina é uma mulher honesta e se identifica com os valores dessa guerreira nordestina, incapaz de roubar, de trair, que caminha com o peso da trouxa na cabeça, mas a alma leve, ela deixa os valores transparecerem em seus olhos.”

trip-182-retratos-honestos-1Tom Zé por J. R. Duran

“Um dia tive de fazer um retrato do Tom Zé. A foto estava marcada para as 9h. Ele chegou 5 min antes. Em pouco tempo estava na frente da câmera. Fiz alguns cliques e achei que faltava alguma coisa. Perguntei para ele se não poderia fazer alguns gestos, alguma coisa diferente. Sem ter que pedir duas vezes, Tom começou a emitir sons estranhos e a se agitar como se fosse um animal. Dez min depois a sessão tinha terminado. Foi embora do estúdio às 9h30. Nunca vi ninguém, em um retrato, se mostrar, se exprimir, se soltar, se transformar tanto em tão pouco tempo. Tudo o que tem nesta foto é puro Tom Zé. De verdade, honestamente.”

Originalmente publicado na Revista TRIP # 182 / Outubro 2009

Vamos à Conferência de Cultura?

Posted in Eventos - Brasília, Notícias, Para Refletir on 22/10/2009 by afotobrasilia

A Conferência Distrital de Cultura tem como meta a criação de um SISTEMA DISTRITAL DE CULTURA, conforme o indicativo contido Plano Nacional de Cultura que está sendo discutivo no Congresso Nacional. Este Sistema deverá conter um Fundo de Apoio, uma Lei de Incentivo e Projetos e Programas que viabilizem:
A Criação, recuperação e Manutenção de Espaços Culturais em todas as Regiões Administrativas.

Infelizmente deixamos de ter um delegado representando os interesses da fotografia em Brasília por falta de interesse dos colegas em participarem deste movimento.

“Aqueles que não gostam de política serão governados por aqueles que gostam”

http://conferenciadistritaldf.ning.com/events/conferencia-distrital-de

Horário: 24 outubro 2009 a 25 outubro 2009
Local: Museu da República
Rua: Esplanada dos Ministérios
Cidade: Brasília DF
Telefone: 3325 6209, falar com André Mendes

Furos de agulha

Posted in Associados, Eventos - Brasília, Notícias on 21/10/2009 by afotobrasilia

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